Crianças
Não sou a mais habilitada do grupo para falar de crianças já que constantemente fujo desses “serezinhos” tão cheios de energia e que nos deixa mais que cansados no final de cada dia. Mas como não falar de nosso público mais devoto?! Sim, eles mais que quaisquer outros merecem ser lembrados:
“O tia, eu não sei dobrar este papel, você me ajuda?”
“Não estou nem aí, vou ficar aqui na sala e pronto!”
“Ei... vai ter mais brincadeirinhas hoje à tarde?”
São apenas exemplos do que ouvimos diariamente (bem verdade que a Gabi e o Fábio escutam muito mais) das crianças enquanto executamos as oficinas.
E é ali, no contato direto que fica fácil notar o olhar curioso de quem quer descobrir o infinito, o olhar astuto como de jogadores de baralho que colhem informações do mais fugaz momento, o olhar de mágico que consegue fundir pequenas porções de vida com um tanto mais de imaginação e porque não vários sorrisos de satisfação?!
E em meio a tantos desenhos, brincadeiras no cabo de guerra e transformações de meros papéis em caixas, barquinhos, chapéus e pássaros, que um mundo de possibilidades é testado e gratificantemente aprovado pelo nosso público mais fiel. Provas disso?! O feliz cansaço da equipe no final de cada dia sempre acompanhado, é claro, das peripécias protagonizadas pelas CRIANÇAS...
Se depois do que escrevi você não acreditar que há algo ímpar acontecendo é só pergunta para o “tio” Fábio e para a “tia” Gabi como eles estão se sentindo...
Texto e foto: Adelia Mathias.
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